I M P U N I D A D E - VERGONHA NACIONAL

É INACEITÁVEL QUE A IMPUNIDADE E A VIOLÊNCIA SEJAM TRANSFORMADAS EM VALORES LEGÍTIMOS DO MORAL NACIONAL*** Não existe democracia onde não existe segurança do Direito com Soberania, Paz Social, Progresso, Integração Nacional e Integridade do Patrimônio Nacional.

20060409

Manifesto dos Professores e Cientistas

ALERTA CONTRA A INSEGURANÇA
DO SISTEMA ELEITORAL INFORMATIZADO

Somos favoráveis ao uso da Informática no Sistema Eleitoral, mas não à custa da transparência do processo e sem possibilidade de conferência dos resultados.

Cidadão brasileiro,

Nosso regime democrático está seriamente ameaçado por um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional, o Projeto do Voto Virtual, PL 1503/03. Este projeto, sob a máscara da modernidade, acaba com as alternativas de auditoria eficiente do nosso Sistema Eleitoral Informatizado, pois: (1) elimina o registro impresso do voto conferido pelo eleitor, substituindo-o por um "voto virtual cego", cujo conteúdo o eleitor não tem como verificar; (2) revoga a obrigatoriedade da Justiça Eleitoral efetuar uma auditoria aberta no seu sistema informatizado antes da publicação dos resultados finais; (3) permite que o Sistema Eleitoral Informatizado contenha programas de computador fechados, ou seja, secretos.

O Projeto de Lei do Voto Virtual nasceu por sugestão de ministros do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao Senador Eduardo Azeredo, e sua tramitação tem sido célere, empurrado pela interferência direta desses ministros sobre os legisladores, como declarado por estes durante a votação no Senado.

As Comissões de Constituição e Justiça das duas casas legislativas analisaram a juridicidade do projeto mas, apesar dos constantes alertas de membros da comunidade acadêmica para seus riscos sem rigorosos procedimentos de auditoria e controle, nenhuma audiência pública com especialistas em Informática e Segurança de Dados foi realizada.

Essa lei, se aprovada, trará como resultado a instituição de um sistema eleitoral no qual não se poderá exercer uma auditoria externa eficaz, pondo em xeque até os fundamentos do projeto democrático brasileiro. Aceitando essa interferência e implantando um sistema eleitoral obscuro, corremos o risco de virmos a ser governados por uma dinastia, com os controladores do sistema eleitoral podendo eleger seus sucessores, mesmo sem ter os votos necessários.

A nação, anestesiada pela propaganda oficial, lamentavelmente desconhece o perigo que corre. Os meios de comunicação, com honrosas exceções, omitem-se inexplicavelmente, como se o assunto não fosse merecedor de nossa preocupação.

A finalidade deste alerta é a denúncia da falta de confiabilidade de um sistema eleitoral informatizado que: utiliza programas de computador fechados, baseia-se em urnas eletrônicas sem materialização do voto, não propicia meios eficazes de fiscalização e auditoria pelos partidos políticos, e identifica o eleitor por meio da digitação do número de seu título eleitoral na mesma máquina em que vota. Assim, o princípio da inviolabilidade do voto, essencial numa democracia, será respeitado apenas na medida em que os controladores do sistema eleitoral o permitirem, transformando-se o voto secreto em mera concessão.

Uma verdadeira caixa-preta a desafiar nossa fé, este sistema é inauditável, inconfiável e suscetível de fraudes informatizadas de difícil detecção. Como está, ele seria rejeitado na mais simples bateria de testes de confiabilidade de sistemas pois, em Informática, "Sistema sem fiscalização é sistema inseguro". Muitas das fraudes que ocorriam quando o voto era manual, foram eliminadas, mas o cidadão brasileiro não foi alertado de que, com a informatização, introduziu-se a possibilidade de fraudes eletrônicas mais sofisticadas, mais amplas e mais difíceis de serem descobertas.

Enquanto os países adiantados caminham no sentido de exigir que sistemas eleitorais informatizados possuam o registro material do voto, procedam auditoria automática do sistema e só utilizem programas de computador abertos, com esse Projeto de Lei do Voto Virtual, o Brasil vai na contramão da história.

De que adianta rapidez na publicação dos resultados, se não respeitarmos o direito do cidadão de verificar que seu voto foi corretamente computado? Segurança de dados é assunto técnico especializado e assusta-nos a falta de seriedade com que nossa votação eletrônica tem sido tratada, nos três Poderes, por leigos na matéria. Os rituais promovidos pelo TSE, como a apresentação dos programas, a carga das urnas e os testes de simulação são apenas espetáculos formais, de pouca significância em relação à eficiência da fiscalização.

Surpreende-nos, sem desmerecer suas competências na área jurídica, que autoridades respeitáveis da Justiça Eleitoral possam anunciar, com toda a convicção, que o sistema eleitoral informatizado é "100% seguro" e "orgulho da engenharia nacional", externando inverdades em áreas que não dominam, alheias ao seu campo de conhecimento específico.

Para o eleitor, a urna é 100% insegura, pois pode ser programada para "eleger" desde vereadores até o próprio presidente. O único e mais simples antídoto para esta insegurança é a participação individual do eleitor na fiscalização do registro do seu próprio voto, pois ele é o único capaz de fazer isto adequadamente.

O TSE sempre evitou debater tecnicamente a segurança da urna, ignorando todas as objeções técnicas em contrário. Nenhum estudo isento e independente foi feito até hoje sobre a alegada confiabilidade da urna sem o voto impresso. O estudo de um grupo da Unicamp (pago pelo TSE), parcial e pleno de ressalvas, recomendou vários procedimentos como condição para garantir o nível de segurança necessário ao sistema. Essas ressalvas, infelizmente, foram omitidas na propaganda sobre as maravilhas da urna.

A confiabilidade de sistemas informatizados reside nas pessoas e nas práticas seguras. Palavras mágicas como assinatura digital, criptografia assimétrica, embaralhamento pseudo-aleatório e outras panacéias de nada valem se não forem acompanhadas de rigorosos procedimentos de verificação, fiscalização e auditoria externas. Se esta urna algum dia cair sob o controle de pessoas desonestas, elas poderão eleger quem desejarem. De modo algum podemos confiar apenas nas pesquisas eleitorais como modo de validar os resultados das urnas eletrônicas, especialmente se as diferenças entre os candidatos forem pequenas.

Nenhum sistema informatizado é imune à fraude, especialmente a ataques internos, como sucedeu em julho de 2000 com o Painel Eletrônico do Senado, fato que levou à renúncia de dois senadores. A única proteção possível é um projeto cuidadoso que atenda aos requisitos de segurança, e à possibilidade de auditorias dos programas, dos procedimentos e dos resultados.

Basta de obscurantismo no sistema eleitoral. Enfatizamos a necessidade de serem realizados debates técnicos públicos e independentes sobre a segurança do sistema e de seus defeitos serem corrigidos, antes da aprovação de leis que comprometam a transparência do processo.

A democracia brasileira exige respeito ao Princípio da Transparência e ao Princípio da Tripartição de Poderes no processo eleitoral.

Instamos todos os eleitores preocupados com a confiabilidade de nosso sistema eleitoral a transmitirem suas preocupações, por todos os meios possíveis, a seus representantes no Congresso e aos meios de comunicação.
Brasil, setembro de 2003

Signatários:

Walter Del Picchia
Professor Titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - USP

Jorge Stolfi
Professor Titular do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

Michael Stanton
Professor Titular do Depto. de Ciência da Computação da Universidade Federal Fluminense - UFF

Routo Terada
Professor Titular do Depto. de Ciências da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo - USP

Edison Bittencourt
Professor Titular da Faculdade de Engenharia Química da Universidade de Campinas - UNICAMP

Pedro Dourado Rezende
Professor do Depto. de Ciência da Computação da Universidade de Brasília - UNB - Representante da Sociedade Civil no Comitê Gestor da Infra-estrutura de Chaves Públicas ICP-Brasil

Paulo Mora de Freitas
Chefe do serviço de Informática do Laboratório Leprince-Ringuet da Ecole Polytechnique, Palaiseau, França

José Ricardo Figueiredo
Professor Dr. do Departamento de Energia da Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade de Campinas - UNICAMP

A DEGRADAÇÃO DOS PODERES DA REPÚBLICA

A DEGRADAÇÃO DOS PODERES DA REPÚBLICA

E A VITÓRIA DO “CORRUPTISMO”



“Nossa massa encefálica é muito mais inteligente do que vocês pensam”: extrato filosófico do pensamento de um Apedeuta.



O Brasil está apresentando sucessivos exemplos de uma devassidão política, executiva e jurídica do poder público que está nos rotulando como cidadãos covardes ou omissos, pois estamos admitindo a imposição de uma autocracia fascista populista que agride frontalmente o Estado de Direito no país. Este degradante rótulo decorre de nossa aceitação da relativização da honestidade, da moral e da ética nas relações públicas-privadas, provocada pelo “corruptismo” que se transformou, de desvios de condutas de canalhas localizados, numa ideologia predominante e fundamentalista daqueles que querem se perpetuar no poder.



O caseiro que teve seu depoimento interrompido na CPI, por uma liminar do PT aceita pelo STF, experimentou o gosto da autocracia petista ao ter sua conta bancária devassada com sua privacidade de movimentação financeira invadida às 20h58m21s – hora registrada de emissão do seu extrato – no mesmo dia e no mesmo momento em que prestava declarações e fornecia informações pessoais dentro da Polícia Federal, conforme noticiado pela mídia.



O Sr. Francenildo Costa sentiu na pele a arbitrariedade jurídica corporativista que tem escandalizado o país.Estranhamente ninguém consegue quebrar o sigilo bancário de Paulo Okamotto, o fervoroso amigo e pagador de dívidas pessoais do presidente Lulla. Sabemos que não é difícil avaliar o porquê desta diferença de tratamento legal, melhor dizendo ilegal, imoral e aético.



A gentalha da política para se perpetuar no poder revela não ter mais limites em suas atitudes, demonstrando claramente seu potencial autocrático e autoritário, transformando a Polícia Federal ou qualquer outro órgão do Poder Judiciário, em um instrumento de um Estado Policial comandado por um presidente que deveria ter a dignidade de providenciar pelos meios legais adequados, a antecipação das eleições presidenciais e voltar para casa, pois já demonstrou não ter nenhuma das competências necessárias para dirigir o país, além de ter cometido graves crimes de prevaricação por ter permitido que o Estado fosse tomado por uma incontrolável onda de imoralidade, falta de ética e corrupção.



O corporativismo espúrio que está colocando servidores públicos e “empresários” acima da lei, humilha o povo brasileiro e envergonha o Brasil perante o mundo civilizado. É a destruição do Estado de Direito, ação que antecede a destruição de nossa democracia de mentirinha onde os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres ficam cada vez mais pobres e dependentes do assistencialismo fascista-populista de um governo mergulhado em um mar de denúncias de corrupção.



Personalidades tidas como impolutas e de alta credibilidade são acusadas de freqüentar bacanais da prostituição política para participar da distribuição do dinheiro dos dutos da corrupção, e curtir os amores passageiros das “Nailas”, das “Renatas” e das “Julianas”, entre outras possibilidades de nomes fantasia fictícios de assessoras especializadas em técnicas sexuais. Qualquer semelhança com nomes reais de profissionais do ramo será uma infeliz coincidência que deverá ser desconsiderada, com todo o respeito àquelas que cometem a infelicidade de se “doarem” aos vermes meliantes de nossa prostituída política, que devem dizer para suas famílias, que estão participando de reuniões executivas importantes com seus pares, enquanto se encontram para abrir as malas de dinheiro roubado do povo nos seus locais privativos de encontros furtivos com garotas de programa.



No rastro das marcas de lama da corrupção impregnada nos sapatos dos impuros “chefes de família” servidores públicos, nos quartos dos amores proibidos, são recolhidas por caseiros as camisinhas utilizadas, que protegem os sequazes da prostituição da política das doenças sexualmente transmissíveis, mas contaminam e degradam a imagem de “executivos” públicos que se apresentam sem a mínima qualificação moral e ética para ocupar um cargo público com seu salário e suas mordomias pagos pelo povo.



Apesar das evidências das denúncias, ficamos estarrecidos e demoramos a acreditar que nosso país virou um verdadeiro bacanal da política em que a hipocrisia, a leviandade, a desfaçatez, a falta de vergonha, a mentira deslavada, e o absoluto desrespeito aos Códigos Legais com a cumplicidade de um corporativismo fétido que nos enoja, se tornaram um lugar comum nas relações públicas-privadas.



Que tipo de credibilidade moral e ética pode ter qualquer pesquisa sobre intenção de votos com um governo que subverte de forma escandalosa e sistematica a sociedade com seu espúrio corporativismo e suas ações fascistas-populistas na cidade e no campo, com o apoio explícito da maior rede de televisão do país, credora de favores financeiros do poder público conforme freqüentemente divulgado em meios de comunicação alternativos?



Devemos questionar seriamente se as pesquisas de opinião conseguem refletir de alguma forma uma escolha consciente a partir de uma real avaliação crítica do desgoverno Lulla feita pelas amostras do povo pesquisado, ou simplesmente refletem os efetivos resultados de uma grotesca manipulação da opinião pública por força do escandaloso assistencialismo clientelista que substituiu as promessas de campanha do estelionato eleitoral de 2002.



A sociedade se transformou em uma amostra viciada pela ação incontrolável do fascismo-populista petista, aliado de um comunismo decadente autocrático e ditatorial, espelho do modelo político venezuelano-cubano, e promovido pela “inteligência” de marqueteiros adoradores de briga de galos, “profissionais” que recebem ilegalmente dinheiro do PT em contas abertas no exterior e que continuam impunes pelos crimes cometidos contra o povo. Bom mesmo é ser brasileiro: o que não pensa, diz o bordão da ignorância nacional.



Depois do estelionato eleitoral de 2002, para assumir o controle do Estado, a continuidade da meliância está sendo conseqüência da queda da máscara de um grupo de militantes petistas, que têm trazido à tona do mar de corrupção em que estão imersas as instituições públicas, suas verdadeiras intenções de perpetuação no poder para a destruição gradual de nossa frágil democracia enquanto promovem a quase irreversível captura e aparelhamento do Estado.



O certo é que estamos vivenciando a “qualidade” dos sonhos de poder de representantes de uma classe emergente de sindicalistas que trocaram as calçadas das fábricas pelo submundo prostituído da política, esquecendo rapidamente seus compromissos com o povo e com as mentirosas causas socialistas que defendiam sob a bandeira de uma moral e uma ética inexistentes nas suas ações depois que tomaram o poder e capturaram o Estado. O desastrado e incompetente segundo mandato de FHC se tornou irrelevante diante da grandeza da prostituição política, do corporativismo e da corrupção que tomaram conta das relações públicas-privadas no desgoverno Lulla, conforme as sistemáticas e repetidas denúncias retransmitidas pelos veículos de comunicação.



As táticas do “corruptismo” fascista-populista-autocrático para amordaçar o povo e comprar o apoio das elites dirigentes para a sua perpetuação no poder ficam claras e óbvias ao lermos as evidências contidas nas inúmeras reportagens feitas pela mídia em relação aos quase quatro anos do desgoverno Lulla:



– tentativa de censura à imprensa e à produção cultural do país;



– tentativa de desarmar a sociedade sem oferecer qualquer tipo de iniciativa que resolvesse o problema do contrabando de armas, do narcotráfico, e da guerrilha urbana que toma conta dos guetos residenciais onde os pobres e os menos favorecidos são confinados pelas elites dirigentes do país;



– transformação de mais de 30 milhões de pessoas em dependentes permanentes do Estado com seus programas bolsa-manutenção-da-pobreza, promovendo o assistencialismo clientelista catador de votos nas lixeiras de um processo educacional falido, para a reeleição do Apedeuta, sem precisar gerar os empregos necessários para a promoção da justiça social que todos almejam, nem uma política de desenvolvimento que possibilite o acesso do povo a uma renda justa para lutar por uma vida digna por seus próprios meios;



– promoção de inúmeras políticas de inclusão social para estudantes, sem qualquer atitude para combater as causas da falência do ensino público não universitário, transformando as universidades públicas federais e estaduais de centros de excelência acadêmica, em centros de tratamento da ignorância e da incompetência educacional. O resultado dessa estupidez não é difícil de prever: será o nivelamento por baixo do ensino universitário público, comprometendo a formação de profissionais em todas as áreas de pesquisas científicas e generalizando o processo de obtenção de um “canudo universitário” para conseguir uma vaga no mercado de trabalho, ou simplesmente adquirir o conhecimento necessário para passar em um concurso público e pendurar um diploma na parede de uma das salas dos centros de prostituição moral e ética espalhados pelo país;



– cooptação do apoio político de sindicatos, da UNE, de ONG´s e muitas outras organizações sociais com o poder do “convencimento” das verbas públicas;



– transformação do MST, de um movimento legítimo, em um movimento fora-da-lei para a promoção de invasão de propriedades privadas ou a destruição do patrimônio público;



– agravamento de forma criminosa de um corporativismo imoral e aético que provocou a ruptura de todos os princípios que devem fundamentar a independência entre os poderes da República fazendo do Poder Judiciário um “sócio” na luta pela perpetuação do PT no poder e do Legislativo um parceiro comprado pelos “mensalões” e pelas maracutais gestadas no laboratório na prostituição da política no submundo das negociações para o aliciamento do apoio de parlamentares para os projetos do desgoverno Lulla;



– compra do apoio dos donos do capital remunerando seus investimentos com a maior taxa de juros do mundo, fazendo da formação do superávit primário, para pagar os juros de uma dívida que já ultrapassou um trilhão de reais, uma prioridade cada vez maior do que os investimentos estruturais para o desenvolvimento sócio-econômico do país;



– captura da burocracia do Estado com centenas de militantes, tendo como meta uma massificação no poder público da ideologia do pensamento único e autocrático no comando de suas instituições, que devem ser escravas do fascismo populista do PT;



Diante de tais fatos e evidências que escancaram as intenções autocráticas e ditatoriais no meio da devassidão política, moral, ética e jurídica que toma conta do país, o silêncio do povo diante do corporativismo traidor do País é um solene e estúpido atestado de aceitação de um novo regime político para o país, o nacional fascismo populista com seus fundamentos de sobrevivência nos dogmas nas ideologias do “corruptismo”.



Aos historiadores sérios, honestos e imparciais – não aqueles “aprendizes” fabricantes de memórias para o engrandecimento de traidores do país – caberá a triste tarefa de retratar para o mundo a podridão das biografias de todos os irresponsáveis e inconseqüentes que fizeram do nosso país a partir dos governos FHC, o paraíso definitivo da corrupção e do corporativismo fétido, que conseguiu unir o Executivo, o Legislativo e o Judiciário nas mesmas salas privativas da prostituição da política para a formalização do aniquilamento da independência entre os poderes de nossa falida República, da queda do Estado de Direito e da implantação do Estado Policial para a perseguição implacável dos inimigos políticos do Apedeuta e para dar garantia da impunidade para os ideólogos praticantes do “corruptismo”.



Geraldo Almendra

21/março/2006

SÓ RESTA UMA SOMBRA-2.

SÓ RESTA UMA SOMBRA-2.

No documento anterior, lembramos que o nosso primeiro objetivo deve ser tudo fazer para que haja segundo turno nas Eleições de 2006. E sugerimos que fosse mostrado aos pobres, com provas, que Lula não está cumprindo a promessa de Lutar contra as Desigualdades Sociais. Enquanto lhes dá uns míseros R$50,00, por mês, (“bolsa mentira”), dá R$20.000,00, por mês, aos seus amigos, sob a desculpa de serem “perseguidos políticos”, fora milhões de reais de atrasados.
Mas, vamos lembrar, agora, outra fraude contra os pobres, os Cartões de Crédito.
O Cartão de Crédito foi outra maneira de Lula, esquecendo as Desigualdades Sociais, distribuir dinheiro público, sem controle. Com este cartão, os comparsas beneficiados podem gastar livremente, sem prestação de contas. Se esse dinheiro posto fora, fosse usado para reduzir as Desigualdades Sociais, muitos dos miseráveis brasileiros, que moram em Casa de Papelão, poderiam morar, dignamente, numa casa de tijolo.
O Importante é que tudo isto seja dito e mostrado ao Povo, para não ser enganado outra vez.
Outra mentira foi o combate às Privatizações. Lula prosseguiu com as privatizações, lutando, até na Justiça, para dar-lhes seguimento, e, assim, privatizando, o BEC, Ce, nas Festas Natalinas de 2005, e recusando propostas viáveis para a sua incorporação ao Banco do Nordeste.
Socorro ao Povo Pobre, nas enchentes e secas. Em mais este compromisso, natural e obrigatório, para qualquer Governo Responsável, de ajudar as vítimas de intempéries, Lula traiu o Povo Brasileiro, até o do Nordeste, onde nasceu. Em enchente do Rio São Frâncico, ocorrida no seu Governo, com milhares de famílias desabrigadas, Lula, simplesmente ignorou o fato, não determinando, de imediato, como seria de esperar, qualquer medida para minorar o sofrimento das milhares de famílias com fome e desabrigadas. Este descaso é fácil de ser comprovado porque a Imprensa o divulgou, amplamente. Outro exemplo é recente: Seca no Nordeste - o Exército, (o Governo Lula não valoriza, mas o usa) chamado a ajudar levando água para o povo beber, teve que suspender durante dias a distribuição de água porque a gasolina acabou e o Governo Lula não havia dado o dinheiro para compra de combustível.
Apoio às Populações Indígenas. Lula fez muito pouco em benefício dos índios, cidadãos brasileiros, no Brasil. O Governo é omisso. Índios são mortos, matam e seqüestram inimigos como na época do descobrimento. A Imprensa noticiou, sem desmentido, nestes dois últimos anos, que crianças índias estavam morrendo por inanição e doenças. Tudo isto em pleno século XXI. O que Lula tem feito, cedendo às ONGs que defendem interesses estrangeiros, é dividir a Amazônia em imensos territórios para as chamadas “Nações Indígenas”, nas áreas de fronteira, o que vai colocar em risco a integridade territorial do Brasil, em anos futuros. Mas, esta parte, da Política Indígena de Lula, será tratada em outro número de “Só resta uma sombra”.
Tudo o que relembramos neste documento, são fatos. É só consultar os Noticiários.
É importante mostrar ao povo brasileiro, com provas, quem é a Sombra Lula, porque novas promessas, mentiras e falcatruas, estão sendo preparadas para conseguir os votos para a Reeleição.

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza e, caixa postal 196. CEP 60001-070. Somos 848 CIVIS – 28 OFICIAIS GENERAIS – 305 OFICIAIS SUPERIORES E 85 CAP/TEN. TOTAL 1.266 Batistapinheiro@fortalnet.com.br In memoriam 24 militares e 2 civis www.fortalweb.com.br/grupoguararapes 04 Abr 2006

VOTE POR UM BRASIL VERDE E AMARELO

VOTE POR UM BRASIL VERDE E AMARELO

"Quanto mais corrupto um governo, maior o número de leis".
Cornelius Tacitus, 116 D.C., historiador romano em 'Os Anais da Roma Imperial':
[Tacitus: The Annals of Imperial Rome (trad. M. Grant 1956)]

Infelizmente os politiqueiros, aproveitadores, corruptos e desonestos se tornaram os beneficiários do poder e envolveram os omissos e covardes violando a lei sistematicamente sem punição (anomia) gerando uma grave crise de autoridade que abastarda e vulgariza o Executivo, o Legislativo e o Judiciario. Tem-se a impressão que o número de juízes desidiosos ou venais é imenso pois a própria justiça muitas vezes parece não alimentar respeito por si mesma. Não se pode mais tolerar semelhante insensatez política que privilegia a IMPUNIDADE comprometendo a segurança publica, a ordem e a paz social e conspurca os valores morais de nossa cidadania forjada com muito sacrifício ao longo da historia pátria desde o despertar do nosso sentimento nativista em Guararapes há mais de três séculos. Para expurgar do cenário brasileiro tais indivíduos insta lembrar que o candidato a cargo eletivo PRECISA do VOTO para se eleger, por tsso NÃO VOTE em quem você não quer no poder ! NUNCA VOTE no candidato “menos pior” sem antes verificar se ele tambem não é enganador, cara-de-pau, evasivo, fanfarrão, oportunista, ardiloso, demagogo, cínico, desprovido de hombridade, larápio, carreirista, mentiroso, venal, descarado, debochado e aproveitador. O VOTO NULO CONSCIENTE é SABEDORIA pois você diz que NÃO ACEITA os candidatos que concorrem àquele cargo. O VOTO NULO NÃO É uma “proposta anarquista” como tentam falsamente fazer crer os interessados nos seus propósitos financeiros escusos. É o exercício pleno da CIDADANIA. O VOTO NULO deixará claro para aqueles que almejam o poder a INSATISFAÇÃO do ELEITOR CONSCIENTE com a IMPUNIDADE dos ESTELIONATOS ELEITORAIS. Estas são as razões que levam nossas espertas autoridades e a mídia a tentar esconder o voto NULO. O voto nulo é a única maneira de cancelar democraticamente uma eleição Se mais de 50% dos votos forem NULOS não haverá candidato eleito e muito menos 2º TURNO e a eleição será obrigatoriamente cancelada. Isso provocará o cancelamento da eleição, a realização de nova eleição mostrando a NÃO ACEITAÇÃO daqueles candidatos que não mais poderão concorrer, sendo obtigatoriamente substituídos por novos nomes. O Voto NULO é protesto VÁLIDO e significa que você NÃO ACEITA os candidatos dessa eleição. Os votos nulos NÃO SÃO COMPUTADOS para qualquer candidato! Esse tipo de voto é importante e é o que efetivamente faz a democracia, pois a existência dele permite que o eleitor manifeste a sua insatisfação. O voto NULO, ao contrário do que parece, é um voto válido. Ninguém fala dele, nem mesmo nas instruções para votação. Explicam como votar em um candidato ou como votar em branco, mas ninguém explica como anular um voto porque... A eleição é ANULADA quando mais de 50% dos votos forem NULOS pois a legitimidade da eleição se assenta na vontade da maioria absoluta como reza o Art. 77 e seguintes da Constituição Federal e o Código Eleitoral (Lei 4737/65) que diz ... ”Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias. § 1º Se o Tribunal Regional na área de sua competência, deixar de cumprir o disposto neste artigo, o Procurador Regional levará o fato ao conhecimento do Procurador Geral, que providenciará junto ao Tribunal Superior para que seja marcada imediatamente nova eleição. §2º Ocorrendo qualquer dos casos previstos neste capítulo o Ministério Público promoverá, imediatamente a punição dos culpados. O voto BRANCO não é protesto, significa que você simplesmente ACEITA a vitória de qualquer candidato e para isso está dando seu voto para aquele que estiver melhor situado na votação. Os votos BRANCOS são computados para o candidato mais votado! Voto NULO é protesto VÁLIDO e significa que você NÃO ACEITA os candidatos. Atenção! O terminal da urna eletrônica, para enganar o eleitor, indica que o voto NULO é ERRADO, pedindo para que você corrija a digitação, o que não é verdadeiro. Para votar NULO basta digitar um número que não seja de nenhum candidato e a seguir digitar a tecla VERDE para confirmar e pronto!!!

>>>>>>>> Repasse a todos de sua lista >>>>>>>>>>>>>>

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