Chávez e seus principais fantoches na América Latina. Luiz Inácio faz tudo o que seu mestre mandar, irá a Caracas prestar contas ao Foro de São Paulo
Militares venezuelanos podem se rebelar contra o ditador Hugo Chávez | ![]() | ![]() |
10 de março de 2007 | |||
Por Orion Alencastro A iniciativa do presidente da Argentina Nestor Kirchner de receber seu colega tenente coronel Hugo Chávez no seu território e permitir-lhe liderar manifestação contra o presidente dos EUA, George W. Bush, levando a Buenos Aires 300 militares - oficiais e praças - causou péssima repercussão nas academias militares venezuelanas e na Junta Interamericana de Defesa (OEA), em Washington. Oficiais superiores com posto de comando na Venezuela ficaram indignados com a ousadia do Chefe de Estado de envolver presença militar nacional em ação política externa, configurando possível envolvimento em conflitos com a população local, ao fazer a segurança pessoal do dignatário. O fato intrigante foi a sua presença como foco das atenções de mais de quarenta mil pessoas no estádio de esportes, onde fez violento pronunciamento contra a presença de Bush na América Latina, hoje em visita ao Uruguai.
Na impetuosidade de liderar uma revolução socialista nos países latino-americanos, Hugo Chávez tem criado silenciosa indisposição contra seu governo no seio das organizações militares. Estas estão irritadas e a contragosto trabalham com hipóteses de conflito com os EUA e a vizinha Colômbia, situação que desgasta o exercício da mentalidade estratégica do estado-maior de defesa venezuelano. Na Organização dos Estados Americanos, há temores de que o prosseguimento na escalada chavista de perturbação fragmentária na América Latina combinada à evolução da intranquilidade social na Venezuela, poderá trazer surpresas políticas com o aval militar de acordo com a constituição, interrompendo-se o mandato presidencial. Diplomatas estrangeiros em serviço na cidade de Caracas estimam que o presidente venezuelano teria apenas um terço das Forças Armadas concordando com suas diretrizes de governo e apoiando sua política externa. O único setor militar que está empenhado em garantir o mandato do seu presidente é a força de paraquedistas, da qual Chávez é oriundo. Todos os colégios de defesa ibero-americanos (Escola Superior de Estudos Estratégicos) estão acompanhando e analisando a situação da Venezuela e suas interfaces no quadro das conjunturas americana e global, havendo hipóteses de prejuízos para o aperfeiçoamento do sistema democrático na região latino-americana. (OI/Brasil acima de tudo) |
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