No Brasil, tentaríamos discutir a situação por horas, talvez por todo o dia.
Se tudo corresse bem, ele teria um 'julgamento justo', seria declarado culpado, ficaria em uma penitenciária durante alguns anos, após o que sairia e, muito provavelmente, cometeria outra estupidez.
Na penitenciária ele teria um teto sobre a sua cabeça, assistiria TV e comeria melhor do que a maioria dos trabalhadores.
Talvez aprendesse um pouco de direito e, antes que percebêssemos, estaria processando o policial negociador e o governo.
Tudo isso, é claro, pago com o dinheiro dos nossos impostos.
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