Radiografia da verdade
Além do etanol brasileiro, o quesito direitos humanos irá rechear a pauta da conversa entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e George Walker Bush. A Casa Branca produziu recentemente um relatório sobre o tema, colocando o Brasil no olho do furacão, mas o Palácio do Planalto tratou de rechaçar as acusações ianques. Acontece que a inexplicável e sanguinária invasão do Iraque e a prisão norte-americana na base naval de Guantánamo, em Cuba, não conferem ao governo de Bush, o baby, qualquer prerrogativa para tratar do assunto. Por outro lado, se o presidente George Bush souber da escravidão que ainda impera nas plantações de cana-de-açúcar, o etanol fica de lado e os meninos do Tio Sam começam a andar a pé. Mais: as queimadas promovidas pelas usinas de açúcar e álcool na época que antecede ao plantio da cana são simplesmente criminosas.
Cabeça de papel
Em entrevista à imprensa, um representante das Forças Armadas disse aos jornalistas que todos os itens do esquema de segurança do presidente George W. Bush foram rigorosamente cumpridos, não existindo algum que tenha recebido maior ou menor atenção por parte das autoridades envolvidas. Com cinco mil homens no esquema de segurança do presidente norte-americano – na edição de ontem informamos que eram quatro mil, mas o contingente policial foi aumentado – o Brasil mostra ao mundo que democracia é uma coisa relativa. Ou seja, dela só se beneficia quem pode. Depois da operação cinematográfica montada em São Paulo, qualquer brasileiro pode bater à porta do Palácio do Planalto reclamando da segurança pública. E coitado do Lula se der de ombros.Às avessas
Em 2003, quando o editor da coluna assinou artigo em que abordava a “cubanização” do País, muitos foram aqueles – da direita e da esquerda – que chiaram, alegando excessos redacionais na exposição de uma conduta criminosa e totalitarista por parte dos que ora estão no poder. A vinda de George W. Bush ao Brasil, quatro anos mais tarde, mostra que o tal processo de “esquerdização” está em marcha. A ala gauche da política brasileira saiu às ruas para protestar contra a presença do presidente americano em território brasileiro, mas ficou calada diante do surrupio das instalações da Petrobras na Bolívia, que o cocalero Evo Morales simplesmente nacionalizou. De igual maneira, a esquerda brasileira silenciou diante da roubalheira advinda do Palácio do Planalto por ocasião do mensalão, assim como nada disse a respeito da ditadura que se instala na Venezuela. Essa esquerda...
20070309
Links indicados

L I N K S
Ordem e Vigilia Contra
Corrupcao
Video FSP
FSP I
FSPII
FSPIII
prova_cabal
A VERDADE SUFOCADA CAMARA DOS DEPUTADOS
.
IMPUNIDADE
VERGONHA NACIONAL
0 Comments:
Postar um comentário
<< Home